segunda-feira, outubro 16, 2006

Carta Capital denuncia jogo sujo da mídia

A revista Carta Capital dessa semana traz uma reportagem imperdível, que conta os bastidores da divulgação das fotos com o dinheiro apreendico pela PF em São Paulo e que seria usado para compra do famoso dossiê... Estariam envolvidas em maipulação das infomações veículos de peso na mídia, como Globo, Estadão e Folha.

(clique aqui para ler a transcrição da maior parte da reportagem de Raimundo Rodrigues Pereira, com a colaboração de Antônio Carlos Queiroz, publicada na edição de número 415, da revista Carta Capital, data de capa de 18 de outubro de 2006)

2 comentários:

jose carlos lima disse...

Hoje à tarde uma notícia publicada no jornal online www.dim.com.br dando conta do otimismo do doutor geraldo e césar maia, me deixou apreensivo. É que o artigo dizia que as próximas pesquisas seriam favoráveis ao doutor, com uma diferença em torno de 4% entre Lula e Alckmin. Que alívio! Vejo que é tudo mentira. O JN infomrma que Lula abriu uma diferença de 20 pontos sobre o doutor gegê. Isto não quer dizer que devamos baixar nossar armas ou arrefecer nossas energias. Muito pelo contrário. Temos que reforçar o trabalho de corpo-a-corpo. Vamos vacinar=alertar a população acerca da trama midiática psdbfelenta contra Lula. Vamos lutar para chegarmos ao 70%, quem sabe 80% dos votos válidos. A surra vai tem que ser bem grande para deixar o geraldo consciente de vez de que, conforme disse Chico Buarque, o povo não gosta que xinguem o presidente. Quanto mais xingam mais ele cresce. Geraldo e Clodovil, xinguem mais o presidente de "operário mutilado!" Ponham um esparadrapo nessas suas bocas desreguladas!

Humberto Capellari disse...

Dossiê: Não existe mais nada a ser perguntado?
Não me recordo direito mas, me parece que, num desses habituais ataques do PCC, alguém da polícia ou da Secretaria de Segurança, ao ser questionado sobre as comunicações da facção, teria dito algo mais ou menos como:" estávamos deixando-os conversarem à vontade , porém grampeados, para sabermos de seus planos."
Ou algo assim.
Me soa correto.
E me veio a questão: "Se esse tipo de ação - deixar com que os meliantes negociem qualquer coisa, sem ser atrapalhados, nem abortada a negociação no meio do andamento, mas apenas acompanhando e colhendo informações, para pegar dois coelhos de uma vez - é uma estratégia útil a ser empregada, por quê isso não foi feito no caso do dossiê?"
Explico melhor:
Os Vedoin estavam sendo grampeados e suas movimentações financeiras acompanhadas.
Como eles fariam para movimentar o dinheiro da venda do dossiê?
Depositariam em contas no estrangeiro?
Acertariam algum débito vencido?
Comprariam imóveis? Automóveis?
Não teria sido melhor, do ponto de vista da Inteligência Policial, deixá-los agir, sem descuidar da preocupação sobre de onde veio o dinheiro dos compradores, mas acompanhar os passos que os Vedoin dariam a partir dali, o que poderia favorecer as demais investigações em andamento?
Não sei. Essa história ainda tem muitos furos, e não são furos de reportagem.