
Trechos da Reportagem publicada na edição 1953.
O MST nasceu em 1984 como um movimento social destinado a lutar pela reforma agrária – uma causa da segunda metade do século passado que já não faz mais sentido na realidade brasileira. A bandeira anacrônica, no entanto, nunca passou de pretexto para as verdadeiras motivações de seus líderes: a "revolução socialista". Como socialismo e banditismo são duas faces da mesma moeda, o primeiro justificando o segundo, deu no que deu.
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O MST também se beneficia de uma ingenuidade: o ideário politicamente correto que, espargido entre a classe média por professores universitários esquerdistas, camufla perante uma parte da opinião pública a sua verdadeira essência – a de organização criminosa – com a aparência de um movimento que defende a justiça social.
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Desde 1992, o governo faz repasses ao movimento por meio de cooperativas associadas a ele (já que, do ponto de vista da existência jurídica, o MST é uma entidade fantasma). Em tese, o dinheiro serviria para ensinar técnicas de agricultura aos sem-terra e alfabetizar seus filhos. Na prática, vem sendo usado para a única atividade comprovadamente desenvolvida por seus militantes: a invasão e a destruição da propriedade alheia.
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os facínoras chefiados por João Pedro Stedile continuam a ser adubados com patrocínio estatal. (...) Tudo somado, isso significa, em bom português, que a administração petista apóia e financia a bandidagem.
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